sexta-feira, 29 de outubro de 2010

SPAM!

Fala sério, é muito bom abrir o nosso e-mail e encontrar lá dezenas de mensagens de nossos amigos. Algumas bonitas, outras engraçadas... Mas o que estraga isso, sem dúvida, são aquelas mensagens classificadas como "lixo eletrônico", mas que nem sempre são filtradas por nossos queridos e amados servidores. Coisas como "Repasse esta mensagem ou seu e-mail será excluído", "A cada clique serão doados US$0,10 para ajudar Fulano", "Se não repassar este e-mail você vai pro Inferno", et cetera, et cetera. Isso sem contar os links maliciosos que contém vírus, cavalos-de-tróia e coelhos-de-python (sobre os quais eu ainda vou falar, não se preocupem).

Francamente, esses spams, como são chamados, testariam a paciência de qualquer Jó. Mas vocês sabem como surgiu o termo "spam"? Não? Pois vejam o vídeo abaixo e vocês entenderão! Aproveitem e enviem-no para os seus melhores spammers. Quem sabe eles se tocam?


Ótimo feriadão pra todos! Muita paz, muita saúde e muito SPAM!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A Lua do Mundo

Não, não é um erro de digitação. É realmente "Lua", não "Luz", embora este último costume ser mais conhecido.

Quando Jesus diz que nós, cristãos, devemos ser "a luz do mundo", temos a tendência de achar que nosso dever é ser uma fonte de luz para aqueles ao nosso redor. Mas não é exatamente assim que a coisa funciona.

Claro que devemos iluminar aqueles que ainda estão nas trevas. Mas muitas vezes, caímos no erro de achar que esse "iluminar" deve vir de nossa própria luz. E aí eu pergunto: que luz?

Não nego que nós tenhamos luz. Todas as pessoas têm a sua própria luz, aquela que vem de suas ideias, de seus ideais, de suas crenças e convicções. Mas essa luz nem sempre é suficiente para de fato iluminar muita coisa. Então, que luz deve ser essa?

Se olharmos para o céu, teremos a resposta. Existem basicamente três fontes luminosas no céu: o sol, a lua e as estrelas. Vamos examinar cada uma delas:

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Não importa

"Não importa o que aconteça,
Eu nunca vou desistir da luta!
Não há como eu fugir de tudo o que me assusta...
Enquanto a voz dentro de mim disser 'vai',
Eu vou continuar correndo!
Não há nada que possa me impedir de chegar até o topo!

Não importa quem está errado e quem está certo."

Este é o refrão (traduzido) da música It Doesn't Matter, tema do Sonic no jogo Sonic Adventure. Também é uma das responsáveis por me manter em alguns dos momentos mais difíceis pelos quais eu passei. Especialmente alguns anos atrás, quando fui tirar minha carteira de motorista. Apenas na sexta tentativa, na prova prática, eu consegui passar. E apenas graças a essa música e ao apoio da minha família - especialmente o meu pai - que nunca me deixaram desistir.

Segue a tradução completa da letra, e mais um bônus: uma outra versão, utilizada em Sonic Adventure 2. Espero que aproveitem.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O demônio e a intriga

Estou completamente sem inspiração, admito. Mas para não deixar o blog sem nenhuma atualização em plena terça-feira, trago uma história que conheci, anos atrás, através de um de meus autores favoritos: Malba Tahan. Alguns de vocês devem conhecê-lo do livro O Homem que Calculava. Esta história, porém, foi publicada em outro livro: Lendas do Povo de Deus. Recomendo que se gostarem, procurem ler o livro todo, pois garanto que vai valer a pena!

Agora, sem mais delongas, vamos à história.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

As caixas e as pessoas-caixas


Hoje em dia tanto se fala em sustentabilidade, em evitar o desperdício de recursos naturais, e mesmo assim é difícil encontrar uma situação que nos cause surpresa quanto a isso. Difícil, mas não impossível. Isso porque algumas são simplesmente inverossímeis demais pra se acreditar. Vejam isto, por exemplo:


Recebemos essas caixas hoje de manhã na oficina. São peças que o meu pai pediu semana passada. Reparem bem: uma caixa enorme, cheia de "plástico-bolha-gigante", como eu gosto de chamá-lo, apenas com... uma palheta. Só. Mais nada. E não foi por falta de espaço, porque havia outra caixa igual, com lâmpadas e espaço sobrando pra colocar a palheta. Um desperdício de papelão, de plástico e de espaço.

Não sei se é a política da empresa embalar as palhetas separadamente ou se fazem isso apenas por preguiça mesmo - ou de birra, para ocupar mais espaço no caminhão da transportadora O que eu sei é que fiquei pensando nesse assunto por um tempo. E cheguei à conclusão de que existem muitas pessoas que são iguais a essa caixa.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Fora da mente, fora da visão

Fora da mente, fora da visão é o 11º episódio da primeira temporada de Buffy, a Caça-Vampiros.

Neset episódio, Buffy precisa proteger sua odiosa colega de classe, Cordelia Chase, quando ela se torna o alvo de uma ex-estudante invisível em busca de vingança. As coisas se complicam quando os Scoobies descobrem que a garota invisível não é um fantasma, mas uma garota dada como desaparecida seis meses antes: Marcie Ross.

Durante seu período no Colégio Sunnydale, Marcie tentou, em vão, se tornar popular. Ignorada pelos demais alunos, e até mesmo pelos professores, ela se tornou invisível. Giles teorizou que isso foi o resultado das energias místicas da cidade manipulando a realidade. Em outras palavras, como todos na escola desconsideravam Marcie, ela começou a se sentir invisível. E essas energias místicas acabaram tornando-a literalmente invisível.

Claro que isso nunca vai acontecer na vida real, obviamente, mas a história de Marcie nos leva a refletir. Será que não temos alguém ao nosso redor que estejamos tratando como "invisível"?

Se alguém vem até nós procurando alguma coisa, como nós o tratamos? Damos a atenção que ele precisa ou deixamos de atendê-lo para nos concentrar em nossos próprios problemas?

Como estamos tratando as pessoas? Na escola, no trabalho, até mesmo na nossa família? Se morássemos em Sunnydale (ou Cleveland), será que conheceríamos alguém que tenha ficado invisível? Mais ainda: teríamos culpa no processo?

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Os sinais

Outro dia me aconteceu uma experiência interessante. Aliás, outro dia não; outra noite. E já que eu não tenho nenhuma outra ideia pra postar aqui, resolvi partilhar isso com vocês.

Foi o seguinte: estava eu sossegado, dormindo sossegadamente em minha sossegada cama. Quando de repente, o som da chuva e dos trovões me tirou do meu sossego. Até aí, nada demais; exceto, é claro, pelo fato de que eu dificilmente acordo durante a noite. Meu sono é muito pesado; prova disso é que houve uma vez em que o vento chegou a derrubar a antena da nossa casa, fazendo um barulho enorme, e eu não acordei. Só fiquei sabendo no outro dia, pelos meus pais.

Anyway (adoro misturar palavras em inglês!), naquela noite o som dos trovões foi o bastante para me acordar. E me acordar pra valer. Tanto que eu não consegui pegar no sono durante um bom tempo. Olhei no celular e eram umas três e pouco da madrugada. Me virei, me revirei e nada do sono vir. Foi quando um pensamento me passou pela cabeça.