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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Tira #01 - Forca

Bem, este sou eu, pela primeira vez me aventurando oficialmente no ramo das tirinhas. E já que eu, como desenhista, sou um excelente leitor, fiz tudinho com pessoas-palitos. WHEEEEEEE
Pretendo postar essas tiras regularmente - pelo menos uma por semana. Espero que se divirtam. Se não com as piadas, pelo menos com meus maravilhosos traços. E boa sexta-feira a todos!


quinta-feira, 5 de abril de 2012

Hoje é dia de jejum e abstinência, bebê!

É, galera. O Mundo do Jovem mudou, e mudou pra melhor... eu espero. De agora em diante, vocês encontrarão as reflexões mais doidas da Internet bem aqui, no Sorvete com Bacon! E vamos (re)começar com um tema bastante... atual. Estão prontos? Então apertem os cintos!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

E depois, senhor?

Um homem de negócios americano, no ancoradouro de uma aldeia da costa mexicana, observou um pequeno barco de pesca que atracava naquele momento trazendo um único pescador. No barco, vários grandes atuns de barbatana amarela. O americano deu parabéns ao pescador pela qualidade dos peixes e lhe perguntou quanto tempo levara para pescá-los.

- Pouco tempo - respondeu o mexicano.

Em seguida, o americano perguntou por que ele não permanecia no mar mais tempo, o que lhe teria permitido uma pesca mais abundante.

O mexicano respondeu que tinha o bastante para atender as necessidades imediatas de sua família.

O americano voltou a carga:

- Mas o que você faz com o resto do seu tempo?

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Satisfação

Vocês provavelmente conhecem o blog do Will Leite (se não conhecem, corram lá!), sem dúvida um dos melhores cartunistas de hoje. A tira abaixo foi publicada no dia 27 de janeiro, e retrata de forma bem-humorada uma realidade cruel dos dias de hoje:



quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O melhor prêmio

Já fazia um tempo que eu não postava nada do Ziraldo aqui, né? Bom, esta semana ele publicou a tira abaixo no blog e eu achei que seria interessante compartilhá-la com vocês. Basta clicar na imagem para vê-la no tamanho original.


Ultimamente tenho me questionado se não estou supervalorizando certas coisas e subvalorizando outras. Quero dizer, o que são tantos troféus e medalhas diante do maior prêmio que uma pessoa pode ganhar na vida: a amizade?

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Vocações

Antes de mais nada, este não é um post para convidar você a se tornar padre. Como veremos, a palavra "vocação" não é sinônimo de "sacerdócio" - ela tem muito mais significados.


Como vimos, assim como um tamanduá não tem nada a ver com um leão - exceto talvez por serem mamíferos - um contador não tem nada a ver com um domador de leão - exceto no Brasil, onde o leão é a mascote do Imposto de Renda, mas isso não vem ao caso.

Por que há tantas pessoas que não se realizam profissionalmente? Porque elas não seguem a sua vocação. Não fazem aquilo que gostariam de fazer, ou que são boas em fazer. Isso pode parecer óbvio, mas ainda há muitas pessoas para as quais um "bom emprego" é qualquer emprego que dê dinheiro fácil e reconhecimento. Embora um emprego como esse seria "bom" por definição, de que adiantaria se a pessoa não tivesse a vocação para ele?

De que adianta, por exemplo, alguém querer ser médico, mas não se sentir à vontade ao conversar com outras pessoas? Como ele vai atender os pacientes?

Ou de que adianta querer ser advogado, mas não conseguir se manter tranquilo durante um debate?

Mais ainda: de que adianta querer ser um domador se não se tem nenhuma experiência com leões?

- De nada.

Obrigado. E não é apenas na vida profissional que isso funciona. Na vida pessoal também. De nada adianta querer pilotar uma moto se não se sabe nem andar de bicicleta. De nada adianta querer ser o representante da turma se não se tem a iniciativa e o carisma. De nada adianta querer ser mãe se você é homem. E de nada adianta querer viver longe de Deus se a nossa primeira vocação, o nosso primeiro chamado, é justamente à santidade!

Quer dizer, você até pode viver assim. Mas vai ser como um contador tentando domar um leão.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A (curta) história de um cachalote

"Também não se falou mais no fato de que, contra todas as probabilidades, um cachalote havia de repente se materializado muitos quilômetros acima da superfície de um planeta estranho.

E como não é este o meio ambiente natural das baleias em geral, a pobre e inocente criatura teve pouco tempo para se dar conta de sua identidade "enquanto" cachalote, pois logo em seguida teve de se dar conta de sua identidade "enquanto" cachalote morto.

Segue-se um registro completo de toda a vida mental dessa criatura, do momento em que ela passou a existir até o momento em que ela deixou de existir.

Ah...! O que está acontecendo?, pensou o cachalote.

Ah, desculpe, mas quem sou eu?

Ei!

Por que estou aqui? Qual a minha razão de ser?

O que significa perguntar quem sou eu?

Calma, calma, vamos ver... ah! que sensação interessante, o que é? É como... bocejar, uma cócega na minha... minha... bem, é melhor começar a dar nome às coisas para eu poder fazer algum progresso nisto que, para fins daquilo que vou chamar de discussão, vou chamar de mundo. Então vamos dizer que esta seja minha barriga.

Bom. Ah, está ficando muito forte. E que barulhão é esse passando por aquilo que resolvi chamar de minha cabeça? Talvez um bom nome seja... vento! Será mesmo um bom nome? Que seja... talvez eu ache um nome melhor depois, quando eu descobrir pra que ele serve. Deve ser uma coisa muito importante, porque tem muito disso no mundo. Epa! Que diabo é isso? É... vamos chamar essa coisa de rabo. Isso, rabo. Epa! Eu posso mexê-lo bastante! Oba! Oba! Que barato! Não parece servir pra muita coisa, mas um dia eu descubro pra que ele serve. Bem, será que eu já tenho uma visão coerente das coisas?

Não.

Não faz mal. Isso é tão interessante, tanta coisa pra descobrir, tanta coisa boa por vir, estou tonto de expectativa...

Ou será o vento?

Realmente tem vento demais aqui, não é?

E, puxa! Que é essa coisa se aproximando de mim tão depressa? Tão depressa. Tão grande e chata e redonda, tão... tão... Merece um nome bem forte, um nome tão... tão... chão! É isso! Eis um bom nome: chão! Será que eu vou fazer amizade com ele?

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E o resto - após um baque súbito e úmido - é silêncio."

Do livro O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams


Quantas vezes nós, jovens, somos como esse pobre cachalote? Quando começamos a nos dar conta de nossa identidade, do que realmente somos; quando começamos a "despertar" para a vida, vem o mundo e nos joga no chão?

Mas, ao contrário do cachalote, nós temos o poder de mudar isso antes que seja tarde. Por quê? Porque temos uma referência, seja em nossos pais, ou em nossos amigos... temos a experiência de quem já passou pelo mesmo que nós. E mesmo que escolhamos ignorar isso (como a maioria, infelizmente, faz), ainda teremos a chance de nos reerguer. Basta ter a vontade e a coragem para isso!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

SPAM!

Fala sério, é muito bom abrir o nosso e-mail e encontrar lá dezenas de mensagens de nossos amigos. Algumas bonitas, outras engraçadas... Mas o que estraga isso, sem dúvida, são aquelas mensagens classificadas como "lixo eletrônico", mas que nem sempre são filtradas por nossos queridos e amados servidores. Coisas como "Repasse esta mensagem ou seu e-mail será excluído", "A cada clique serão doados US$0,10 para ajudar Fulano", "Se não repassar este e-mail você vai pro Inferno", et cetera, et cetera. Isso sem contar os links maliciosos que contém vírus, cavalos-de-tróia e coelhos-de-python (sobre os quais eu ainda vou falar, não se preocupem).

Francamente, esses spams, como são chamados, testariam a paciência de qualquer Jó. Mas vocês sabem como surgiu o termo "spam"? Não? Pois vejam o vídeo abaixo e vocês entenderão! Aproveitem e enviem-no para os seus melhores spammers. Quem sabe eles se tocam?


Ótimo feriadão pra todos! Muita paz, muita saúde e muito SPAM!